quarta-feira, 26 de setembro de 2012

terça-feira, 3 de julho de 2012

Lúpus

Esta doença atribui-se ao médico do século XII, chamado Rogerius para descrever a erupção cutânea de nome Lúpus que em Latim significa Lobo.
Lúpus é uma doença caracterizada por uma faixa de manchas cutâneas, avermelhada com o formato de borboleta e que se assemelha ao padrão dos pelos da face de um lobo.
Na antiguidade, cerca de 400 anos antes de cristo, Hipócrates, referiu-se a lesões da pele chamando-lhes Hupes Esthiomenos, sendo que esta designação abrangia vários problemas de pele.




Hipócrates


Hipócrates foi um célebre médico da Grécia Antiga. Segundo dados, Hipócrates terá nascido na ilha de Grega de Cós em 460 a.C. e morrido em Larisa, Grécia, em 377a.c.
Procurou basear a medicina na experiencia clinica, deixando assim que a prática da medicina da sua época fosse feita na base de magia e na religião.
Para além de ser o mais célebre médico da Grécia antiga, foi -lhe atribuído, ou seja à sua escola de Cos, a autoria de uma coleção de obras, Corpus Hippocratium (Hipocratismo), com cerca de 60 livros e monografias.
Com este trabalho de sistematização apoiava-se numa observação cuidadosa dos sintomas das doenças e fica com vários conhecimentos médicos da época, que vão desde a anatomia até à fisiologia, passando pelas doenças psíquicas.

O Juramento de Hipócrates

Dá-se ainda a Hipócrates a autoria do famoso juramento que os médicos fazem quando da sua cerimónia de formatura e no qual se comprometem, entre outros aspetos, a defender a prática médica e a exercer a sua arte com dedicação, ética e honestidade.



Lupus e medicamentos


Há casos de lúpus provocados por medicamentos, que com a sua suspensão resolve o problema apesar de esta ocorrência não ser muito frequente, o médico assistente faz uma vigilância ao doente através das análises e da sua observação parando logo a medicação à menor suspeita.
Segundo os médicos, o doente de lúpus pode fazer a sua vida normal desde que seja vigiado pelo seu médico assistente e que faça sempre o tratamento.
Um dos tratamentos de base consiste na destruição dos anticorpos que o organismo por forma a proteger os diferentes órgãos das lesões que poderiam vir a provocar.
Alguns medicamentos para o coração (hidralazina, procainamida e betabloqueantes) podem causar, por vezes, uma síndroma semelhante ao lúpus que desaparece quando se interrompe o tratamento.

Porque é que há mais mulheres que homens com esta doença


O lúpus é uma doença que afeta 90% das mulheres, entre os 15 e 40 anos de idade.
É considerada uma doença autoimune porque o corpo não tem defesas necessárias para combater as infeções e ainda se ataca a si própria.
Atualmente em Portugal, existe em mais de mil pessoas, principalmente mulheres em idade fértil, adolescentes e jovens adultos.

Maria José Carvalho

Asma


Antiguidade


Conceito Asma - A asma é uma palavra Grega que significa aperto, dificuldade em respirar. A palavra Asma foi citada pela primeira vez por Homero na Ilídia, considerado um poeta épico na Grécia Antiga.
Em 2600 a.C. A asma foi escrita pela primeira vez no livro médico “A teoria do Interior do Corpo Humano”, escrito por Huang Di, chamado por “Imperador Amarelo”. Nessa publicação escrita onde num diálogo do imperador e o seu médico Chi Po onde citam uma planta chamada de Ma Huang onde extraiam a efedrina.


De 1550 a.C. Em 1870 foi descoberto pelo egiptólogo alemão Geroge Ebers, o mais antigo escritura médica do antigo Egipto. No livro descreviam alusões sobre a asma aguda, onde no tratamento recorriam a fezes de animais, também eram utilizadas as de crocodilo e de camelo misturadas com ervas.

Em 460-370 a.C. –H ipócrates descreveu que a asma era um ataque paroxístico e que era mais grave do que uma dispneia, a asma na altura era comparada a um ataque de epilepsia e era encarada pela população como um castigo dos deuses.
Em 150 a.C.Dois importantes escritores Galeno e Aretaeus da Capadócia, ambos defendiam a sua teoria sobre a asma.
Areteus acreditava que a asma ocorria com mais regularidade no inverno do que no verão, e Galeno defend

Idade Média

A primeira descrição na “Idade Média” de rinite alérgica ou febre do feno surgiu pelo médico islâmico Abu Bakr Muhammad ibn Zakariya al-Razi, no seu estudo sobre a doença e ao diagnosticar um doente que sofria de coriza (inflamação da mucosa nasal) na sua teoria esses sintomas passavam para os pulmões onde originavam tosse, dispneia e expetoraçãoia a teoria que a asma ocorria de uma obstrução nos pulmões.

Renascimento

O médico Paracelsus acreditava que a asma era um resultado de um princípio externo queria com isto dizer que não acreditava que o mal viesse de internamente. Paracelsus defendeu a teoria que a asma brônquica não poderia ser combatida com ervas mas com substâncias químicas. Na sua visão Paracelsus acreditava que o enxofre era um bom auxilio no combate da mucosidade no pulmão de um asmático quando outros curativos não funcionavam.

Helmont químico belga que sofria de asma foi o primeiro distinguir o localda asmaera nos brônquios e o mesmo se devia a inalação de pó, esse facto proporcionou a Helmont poder descrever e consciencializar opovo. No seu progresso Helmont associou o broncospasmo à inalação de poeira que criava um aperto nos brônquios.



Thomas Willis famoso professor de Filosofia na sua análise apropriada e fisiológica dos pulmões e tórax conseguiu compreender que a asma era uma doença nos brônquios, essa consequência pulmonar era mais frequente em trabalhos onde os trabalhadores estavam em contacto com ácaros derivados da poeira.



Pedro